Quando uma pessoa começa a meditar, ela dá uma ordem mental envolvendo estes ou aqueles chakrans e ativa energias sutis que ativam certas áreas na estrutura de energia. Graças a essa ordem mental, o cérebro do corpo físico também se reconfigura no modo de operação de um estado alterado de consciência. Podemos dizer que um processo bastante interessante ocorre em meditações mais profundas: o meditador praticamente executa a “paragem dos pensamentos”. E a informação nasua forma pura é obtida pela força que as pessoas desde os tempos antigos chamavam de sexto sentido ou intuição (Conhecimento intuitivo). E a aprendizagem desta forma é muito mais profunda, mais rica e mais variada do que a habitual percepção aparente do mundo visível. Afinal, o Observador da natureza Espiritual percebe os processos energéticos com sentimentos, de maneira total e claramente, experimentando a verdadeira realidade. Graças a isto, torna-se óbvio para ele, após a meditação, a diferença significativa que existe entre o que o cérebro humano percebe como a “realidade” dos padrões de um mundo tridimensional e o que de fato é a realidade que molda os eventos deste mundo. Para tal Observador, não é um problema extrair informações que estão muito à frente do atual entendimento científico de certos processos neste mundo.
Assim, o mundo exterior para o cérebro, como um biodispositivo, é apenas múltiplas cópias, que ele percebe de acordo com a tarefa que lhe foi atribuída pelo Observador de acordo com o mundo interior e a escolha do Observador. Cada pessoa vive sua realidade de acordo com sua escolha e percepção interior.
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